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Mais um tratamento inédito executado pelo Dr Davi Haje é destaque na revista especializada.

Uma Paciente do sexo feminino, 35 anos, apresentou fratura exposta do antepé com perda óssea e dérmica após acidente veicular. Havia um defeito ósseo ao nível do segundo dedo do pé e do terceiro metatarso. Ela foi tratada com ressecção do segundo dedo do pé e transferência do segundo metatarso para aumentar o raio da diáfise do terceiro metatarso (não vascularizado, sem qualquer envelope de tecido mole) e um retalho microcirúrgico do antebraço.

A paciente foi encaminhado ao nosso centro médico 13 dias após o trauma, apresentando necrose da pele dorsal do pé e de os tendões extensores longos e curtos dos dedos dos pés, com história de terapia antibiótica de profilaxia, desbridamento cirúrgico inicial e fixação temporária com fio K dos metatarsos. Contudo, foram observadas progressão da infecção dos tecidos moles, necrose da pele dorsal do pé, e exposição óssea do terceiro metatarso e falange proximal de o segundo dedo do pé com secreção purulenta. Foi iniciado tratamento com antibióticos por via intravenosa e
outro desbridamento foi realizado uma vez com ressecção do tendões inviáveis ​​e fragmentos ósseos desvitalizados e expostos 15 dias após o trauma, quando foi constatado que o segundo dedo do pé não era viável devido à perda óssea e lesão vascular, e um defeito ósseo de 7 cm ao nível do terceiro metatarso era notado. A cirurgia de reconstrução definitiva foi realizada após a condição dos tecidos moles ter apresentado melhora 20 dias após o trauma.

O segundo dedo do pé foi amputado, preservando a pele da via plantar, que foi utilizada para complementar a cobertura dorsal da pele. Posteriormente, uma osteotomia do segundo metatarso foi realizada em sua base, que foi moldada de modo a envolver o proximal final da diáfise do terceiro metatarso.

O segundo enxerto metatarsal tinha 7 cm de comprimento, sem nenhum envelope de tecido mole, e foi transferido como um autoenxerto para o terceiro raio e fixado com Fios K. Fasciocutâneo baseado em artéria radial de fluxo anterógrado retalho foi retirado do antebraço esquerdo e transplantado no dorso do pé, com anastomose do retalho artéria e veias com a artéria dorsal do pé e veias em região do tornozelo.

Segundo metacarpo com base modelada. | Aspecto do pé após o retalho ser suturado ao dorso do pé.

Como uma opção entre as técnicas de reconstrução disponíveis para defeito segmentar do metatarso, a transferência metatarsal associada a retalho fasciocutâneo radial do antebraço mostrou-se eficaz nesta paciente.

Leia o artigo completo no site da conceituada revista americana Journal Bone Joint Surgery. Clique aqui.

28 de dezembro de 2020

Tratamento inédito de Transferência de Metatarso é destaque na Journal Bone Joint Surgery.

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